radicais livresOs radicais livres são produzidos pelas células do nosso organismo durante o metabolismo, e que causam danos se proliferarem incontroladamente. No entanto, o nosso  corpo possui enzimas protetoras que reparam 99% dos danos causados pela oxidação, e permite assim, o controlo do nível desses radicais produzidos.

Existem fatores externos que têm uma ação muito significativa no aumento do nível de radicais livres no nosso organismo, como uma exposição excessiva  ao sol, o envelhecimento, sobre exposição a toxinas, uma má alimentação (importantíssimo), baseada em gorduras, refrigerantes, açúcar, carnes vermelhas, o consumo regular de pesticidas nos alimentos, daí a importância dos alimentos biológicos, o fumo, quer da poluição ambiental quer do cigarro, o consumo de álcool, raios-x e claro o stress.

Os radicais livres são espécies altamente reativas e quando são produzidos em excesso, podem ter efeitos altamente destrutivos. O envelhecimento celular, as deficiências imunitárias as cataratas e as doenças degenerativas como o alzheimer, a artrite e o cancro, são o resultado das agressões destes agentes no nosso corpo e também da inflamação crónica .

Existem no entanto, substâncias que neutralizam os radicais livres e os seus efeitos, os anti oxidantes. E estes estão presentes em alguns alimentos e suplementos alimentares, sendo o mangostão um poderosos anti oxidante que começa a ser consumido na Europa mas que o mundo Asiático já conhece há centenas de anos.

A alimentação, até porque faz parte do nosso dia (em média 3x ao dia), todos os dias, assume um papel vital no aparecimento ou não, da doença. Sendo que existem e está provado cientificamente,  alimentos contra o cancro, alimentos promotores de cancro, alimentos que combatem a anemia, alimentação alcalina (muito importante para a estabilização do sangue) entre outros regimes alimentares promotores da saúde.