Já muitos ouviram falar das propriedades medicinais da erva-de-São-João. Esta planta, popularmente conhecida, tem inumeros beneficios, pois quando tomada assume diferentes e importantes ações no organismo, como a ação anti-inflamatória, antiviral, antibacteriana, fotossensibilizadora e antidepressiva. É verdade, a Erva-de-São-João combate a depressão, e este conhecimento vem mesmo a calhar.

A erva-de-são-joão ou hipericão tem por nome cientifico, Hypericum perforatum, e não deve ser confundida com o hipericão-do-gerês, Hypericum androsaemum, utilizado sob a forma de infusão para as doenças do fígado, cólicas e cistites.

Durante muito tempo, a erva-de-são-joão foi sobejamente utilizada para cicatrizar feridas, úlceras de pele e queimaduras, e como era popularmente considerada como capaz de afastar maus espíritos, foi também utilizada no tratamento de doenças mentais.

Hoje, e após estudos estudos comprovados por testes clínicos, realizados desde os anos oitenta, a erva-de-são-joão é muito utilizada para curar depressões leves ou moderadas. A sua raiz contém substâncias com propriedades anti-depressivas, incluindo as xantonas, as hipericinas, os flavonóides, e hiperforina e os resultados são francamente positivos.

Quem se sente ansioso, com insónias, dores nevrálgicas, alterações nervosas e/ou psicológicas, enfim, quem apresenta sintomas de depressão leve ou moderada, tem na erva-de-são-joão uma alternativa possível, viável e fiável aos anti-depressivos quimicos cheios de efeitos secundários a médio/longo prazo.

Existem no mercado suplementos alimentares de erva-de-são-joão aos quais pode recorrer, no entanto nunca os deve tomar em conjunto com outros anti-depressivos ou qualquer outro medicamento, sem préviamente consultar o seu médico.